Introdução ao Comercio Eletrônico
A Internet, pelas suas características tecnológicas, é um excelente meio de projeção e vendas de qualquer produto ou serviço. Por trabalhar em “tempo real”, permite agilidade e execução impossíveis de serem superados pelos meios “tradicionais” de negócios.
Por exemplo, no início, a comercialização on-line era e ainda é, realizada com produtos como CD's, livros e demais produtos palpáveis e de características tangíveis. Contudo, com o avanço da tecnologia, surge uma nova tendência para a comercialização on-line. Começa a ser viabilizado a venda de serviços pela web, como é o caso dos pacotes turísticos, por exemplo. Muitas operadoras de turismo estão se preparando para abordar seus clientes dessa nova maneira.
Estas características permitem um maior foco no relacionamento com o cliente, ao contrário do comércio tradicional, que tem o foco principal no produto. Mantendo o foco no cliente, é possível oferecer vantagens e personalização com um ganho substancial nos índices de aderência e fidelização.
No Brasil, o comércio eletrônico está no bom caminho. Pesquisa realizada pela ebit com 2600 pessoas no mês de julho/2000 comprovou que também em nosso país as compras pela Internet já está fazendo parte da vida de cada um.
Veja o gráfico:

É alto o grau de satisfação e confiança do público brasileiro na compra pela Internet. Embora ainda em fase de aquecimento, o comércio eletrônico no Brasil é altamente promissor.
Estatística do desempenho do comércio eletrônico no Brasil
Os processos de comércio eletrônico tiveram início no território brasileiro há uns cinco anos com algumas empresas iniciando os processos. Desde então, a exemplo do que aconteceu nos Estados Unidos, esta tecnologia vem ganhando cada vez mais espaço no território nacional.
Segundo FELIPINI (2005), em 2004, o montante faturado com o comércio eletrônico no Brasil foi de R$ 1,75 bilhão, um aumento de 47% em relação ao ano anterior. O faturamento subiu de R$ 549 milhões em 2001, para uma previsão de R$ 2,3 bilhões neste ano (2005), o que representa um salto de 319% no período. Esta evolução do faturamento está associada à quantidade de pedidos efetivados, que atingiu 5,6 milhões no ano passado (2004) e que por sua vez foi impulsionada pelo grande aumento na quantidade de adeptos ao mecanismo de compra online que passou de pouco mais de 2,5 milhões no início de 2004 para 3,25 milhões no final do mesmo ano.

Vantagens
O comércio eletrônico traz inúmeras vantagens tanto para as empresas quanto para os usuários desta tecnologia, como por exemplo: maior comodidade para o cliente, segurança e rapidez no pagamento das mercadorias, diminuição dos impostos, aumento dos lucros da empresa, pesquisa de preço do produto, redução da mão-de-obra, comercialização em âmbito global, etc.
Com a criação do comércio eletrônico, algumas das ações que fazia com que o preço das mercadorias se elevasse, foram eliminadas, pois antes tínhamos intermediários que compravam as mercadorias para revendê-las ao comércio e só a partir de então seria repassada ao consumidor final. Com o comércio eletrônico a função do intermediador foi eliminada, pois as empresas montam sites na internet que fazem este papel, vendendo direto para o consumidor final.
Estas são as principais vantagens da implementação do comércio eletrônico:
Uma das questões mais freqüentes é se há vantagens financeiras em estar presente na Internet. A resposta unânime é que sim. Prova disto é que a mega empresa americana de eletroeletrônicos EGGHEAD fechou todas suas lojas “reais” e migrou totalmente para o comércio pela Internet. O resultado: aumento de tráfego comercial em 611%.
Este aumento dramático de negócios foi obtido através da concentração de esforços de marketing e cadeias de abastecimento, distribuição e produtividade para os negócios pela Internet. Sabidamente, as relações comerciais pela Internet são mais vantajosas em termos de custos financeiros que os realizados pelas vias “tradicionais”. Com esta vantagem, as empresas tem condições de reduzir o custo final dos produtos e serviços ao cliente, aumentando dramaticamente sua vantagem competitiva.
A Principal vantagem do Comércio Eletrônico é a Expansão dos Negócios
Desvantagens
O comércio eletrônico trouxe também desvantagens não só para as empresas, mas também para os clientes e para a sociedade; questões como aumento do número de desemprego, diminuição da qualidade dos produtos entregues aos clientes, são alguns dos exemplos mais comuns das desvantagens do comércio eletrônico.
Como o comércio eletrônico faz em muito dos casos o papel de intermediário e até mesmo de vendedor, pois não é necessário ter uma pessoa para atender o cliente face a face, as pessoas que eram responsáveis por atuarem nestas áreas, em alguns casos, perderam o seu lugar dentro da empresa, gerando assim várias demissões e um aumento na taxa de desemprego do país.
O contato físico neste tipo de tecnologia deixa de existir, pois todo o processo de realização de uma venda é feito através de máquinas como o computador, o cliente não consegue tocar na mercadoria, pois esta é mostrada para o cliente através de fotos, impossibilitando que o mesmo tenha aquela sensação de sentir o produto que esta comprando. Esse problema atinge também o fator controle de qualidade, pois o cliente irá ter contato com o produto apenas quando o mesmo for entregue em sua residência, e só a partir de então poderá verificar se o produto apresenta realmente as características que foram anunciadas.
A Principal desvantagem do Comércio Eletrônico ainda é a Segurança, mas isso esta aos poucos sendo resolvido e minimizado.
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Home Page criada pelo discentes Lucas Bonfim, Paulo Henrique Goes e Tácio Andrade, discente do 1º Semestre do curso de Ciências da Computação, a pedido do docente Fabrício Sousa, como pré-requisito da disciplina Introdução a Ciência da Computação.
E-COMMERCEORG. (3 de dezembro de 2007). E-COMMERCE: Estatística do desempenho do comércio eletrônico no Brasil. Acesso em 20 de novembro de 2008, disponível em Site da E-commerceorg.com.br: http://www.ecommerceorg.com.br/STATS.htm
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